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Foto de Fabielle Cristina de Azevedo Bezerra

Fabielle Bezerra

Fabielle Cristina de Azevedo Bezerra (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2024 · último partido PP
41 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Assistente Social
redes informadas ao TSE

Fabielle Bezerra (Fabielle Cristina de Azevedo Bezerra) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para vice-prefeita e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: vice-prefeita de Assú em 2020; vereadora de Assú em 2016. Na campanha de 2016 para vereadora em Assú/RN, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 18 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil), publicidade por carros de som (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.961 votos em 2016 (eleita) · 3 eleições

A votação de Fabielle Cristina de Azevedo Bezerra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 25 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos contratados

Fabielle Bezerra declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Assú (RN) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 18 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e publicidade por carros de som (R$ 3 mil).

Receitas em 2016R$ 25 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 25 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Assú (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 72% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil38,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil12,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil11,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil9,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 7 mil28,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.