Jorge VI

Foto de Jorge VI Lamenha Lins
Jorge VI
Jorge VI Lamenha Lins (nome civil)
11 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PODE
59 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jorge VI (Jorge VI Lamenha Lins) disputou 11 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, vice-governador, deputado federal, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Maceió em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por AL: 20.578 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Maceió/AL, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 47 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 433 mil em 2014 (54% com pessoal) e R$ 111 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

528 votos em 2020 · 11 eleições

A votação de Jorge VI Lamenha Lins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoDep. EstadualGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 51 mil em receitas · R$ 41 mil em gastos

Jorge VI declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Alagoas em 2006, vereador em Maceió (AL) em 2008, 2012 e 2020, e deputado federal por Alagoas em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 47 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Em 2014, 54% dos R$ 433 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 66% dos R$ 111 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 51 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 41 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 433 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Vereador, Maceió (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
12 doadores pessoas físicas
FEFC 3% · pessoas 93% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 41 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil29,6%
  • Materiais impressosR$ 12 mil28,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil27,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil7,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil7,3%
2014Deputado federal, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 433 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 87% · pessoas 6% · empresas 7%
Gasto contratado
R$ 433 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 232 mil53,5%
  • Materiais impressosR$ 70 mil16,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 27 mil6,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 24 mil5,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 14 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 80 mil18,5%
2012Vereador, Maceió (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 209 mil
7 doadores pessoas físicas
partido 67% · pessoas 21% · empresas 12%
Gasto contratado
R$ 111 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 73 mil65,8%
  • AlimentaçãoR$ 15 mil13,3%
  • Materiais impressosR$ 8 mil7,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil5,0%
  • Outras 5 categoriasR$ 10 mil8,8%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputado federal, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 270 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 77% · pessoas 23%
Gasto contratado
R$ 270 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 100 mil36,9%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil9,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil4,9%
  • Locação de imóveisR$ 12 mil4,4%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 28 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 120 mil44,4%
2008Vereador, Maceió (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 118 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 37% · empresas 47% · próprios 3% · outras 4%
Gasto contratado
R$ 118 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 30 mil25,4%
  • Materiais impressosR$ 15 mil12,5%
  • Despesas postaisR$ 10 mil8,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil4,8%
  • Outras 9 categoriasR$ 57 mil48,5%
2006Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 74 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 19% · empresas 81% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 74 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil43,6%
  • Materiais impressosR$ 18 mil23,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil7,8%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 2 mil2,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 16 mil22,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892