Carlos Martins

Foto de Carlos Eduardo Cardoso Martins
Carlos Martins
Carlos Eduardo Cardoso Martins (nome civil)
8 eleições entre 2004 e 2024 · PT
61 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Carlos Martins (Carlos Eduardo Cardoso Martins) disputou 8 eleições entre 2004 e 2024, para vice-prefeito, vereador, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Santarém em 2024; vereador de Santarém em 2020 e 2004; deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PA: 103.640 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Santarém/PA, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil), serviços advocatícios (R$ 2 mil) e serviços contábeis (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 44 mil em 2018 e R$ 150 mil em 2014.

Vice-Prefeito · 2024
92.628
votos · Santarém, Pará · vice não recebe voto nominal
ELEITO2º TURNO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.574 votos em 2020 (eleito) · 8 eleições

A votação de Carlos Eduardo Cardoso Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 27 mil em receitas · R$ 21 mil em gastos

Carlos Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Pará em 2006 e 2018, deputado federal por Pará em 2010 e 2014, e vereador em Santarém (PA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e serviços advocatícios (R$ 2 mil). Em 2018, R$ 44 mil em gastos; em 2014, R$ 150 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 21 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 44 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Santarém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 30% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 37% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 21 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 13 mil63,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 2 mil9,8%
  • Serviços contábeisR$ 2 mil9,8%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil5,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil11,4%
2018Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 75 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 20% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 37% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 44 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 10 mil23,7%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil22,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil19,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil14,9%
  • Outras 4 categoriasR$ 8 mil18,8%
2014Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 60% · pessoas 27% · empresas 2% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 150 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 42 mil28,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 38 mil25,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil11,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 13 mil8,8%
  • Outras 9 categoriasR$ 39 mil26,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 402 mil
28 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 46% · pessoas 31% · empresas 18% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 402 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 172 mil42,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 58 mil14,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 41 mil10,3%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 26 mil6,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 104 mil25,8%
2006Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 21% · empresas 33% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 61 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil16,8%
  • Materiais impressosR$ 8 mil13,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil8,2%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil8,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 33 mil53,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2006, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892