Mano Changes

Foto de Diogo Paz Bier
Mano Changes
Diogo Paz Bier (nome civil)
6 eleições entre 2006 e 2022 · último partido PSDB
47 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Músico
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mano Changes (Diogo Paz Bier) disputou 6 eleições entre 2006 e 2022, para deputado estadual, deputado federal e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RS: 59.923 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 675 mil em receitas: R$ 339 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 250 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 80 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 666 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 258 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 165 mil) e publicidade por adesivos (R$ 105 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 823 mil em 2018 e R$ 641 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

11.562 votos em 2022 · 6 eleições

A votação de Diogo Paz Bier em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 675 mil em receitas · R$ 666 mil em gastos

Mano Changes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2022, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 675 mil em receitas: R$ 339 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 250 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 80 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 666 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 258 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 165 mil). Em 2018, R$ 823 mil em gastos; em 2014, R$ 641 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 675 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 666 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 823 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 675 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 50% · partido menos de 1% · pessoas 37% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 666 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 258 mil38,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 165 mil24,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 105 mil15,8%
  • Materiais impressosR$ 101 mil15,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 37 mil5,6%
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 828 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 72% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 23% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 823 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 320 mil39,0%
  • Materiais impressosR$ 114 mil13,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 90 mil10,9%
  • Serviços de terceirosR$ 35 mil4,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 202 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 263 mil32,0%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 650 mil
12 doadores pessoas físicas
partido 28% · pessoas 1% · empresas 71% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 641 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 254 mil39,7%
  • Materiais impressosR$ 145 mil22,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 77 mil12,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 69 mil10,8%
  • Outras 15 categoriasR$ 94 mil14,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 424 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 21% · empresas 73% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 424 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 130 mil30,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 79 mil18,6%
  • PessoalR$ 47 mil11,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 43 mil10,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 125 mil29,5%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 212 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 2% · empresas 93% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 212 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 57 mil26,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 41 mil19,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 23 mil10,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil8,0%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 680 lançados como "diversas a especificar"R$ 74 mil34,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892