7 eleições entre 2008 e 2020 · último partido AVANTE
58 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Federal
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Roberto Numeriano (Carlos Roberto Magalhães Numeriano) disputou 7 eleições entre 2008 e 2020, para vereador, deputado estadual, deputado federal, prefeito e governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Recife/PE: 6.766 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PE, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (58% com serviços de terceiros) e R$ 6 mil em 2014.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
29 votos em 2020 (anulados) · 7 eleições
A votação de Carlos Roberto Magalhães Numeriano em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 1 mil em receitas
Roberto Numeriano declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Recife (PE) em 2008 e 2012, governador por Pernambuco em 2010, deputado federal por Pernambuco em 2014, vereador em Recife (PE) em 2016, e deputado estadual por Pernambuco em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Em 2016, 58% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 78% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil73,6%
Materiais impressosR$ 40026,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020VOTOS ANULADOSCASSADO29LRecife, Pernambuco · 58 anos · Branca · Superior completo · Servidor Público Federal · AVANTE · nº 70214 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018SUPLENTE223GPE · 56 anos · Parda · Superior completo · Servidor Público Federal · AVANTE · nº 70007 · ver resultado completo
Governador · 2010VOTOS ANULADOSINDEFERIDO2.364GPE · 48 anos · Superior completo · Servidor Público Federal · PCB · nº 21 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.