Fábio

Foto de Fabio Batista
Fábio
Fabio Batista (nome civil)
2 eleições entre 2018 e 2020 · último partido PC do B
74 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fábio (Fabio Batista) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SP: 106 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 22 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 22). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 600, 100% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

32 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Fabio Batista em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Fábio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2018, e vereador em São Paulo (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 22 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 22). Em 2018, 100% dos R$ 600 em gastos foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 600campanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 99% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 1 mil97,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 222,2%
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 59% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 600
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 600100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892