Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Shell (Rosangela Oliveira de Souza) disputou 1 eleição, em 2012, para vereadora em Caxambu/MG, com 21 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereadora em Caxambu/MG, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 650 de outras campanhas, R$ 670 de doações privadas e R$ 45 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 735, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 455), serviços de terceiros (R$ 100) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 45).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 1 mil em receitas · R$ 735 em gastos contratados
Shell declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Caxambu (MG) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 650 de outras campanhas, R$ 670 de doações privadas e R$ 45 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 735, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 455) e serviços de terceiros (R$ 100).
partido e outras campanhas 48% · pessoas 49% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 735
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 45561,9%
Serviços de terceirosR$ 10013,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 456,1%
Materiais impressosR$ 405,4%
Outras 1 categoriainclui R$ 95 lançados como "diversas a especificar"R$ 9512,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.