Francisco Pinho

Foto de Francisco de Souza Pinho
Francisco Pinho
Francisco de Souza Pinho (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PMDB
62 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Francisco Pinho (Francisco de Souza Pinho) disputou 7 eleições entre 1996 e 2012, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Gravataí em 2012; vereador de Gravataí em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 16.165 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por RS, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 58 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 44 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil), pessoal (R$ 42 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2008 e R$ 50 mil em 2006.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

16.165 votos em 2010 · 7 eleições

A votação de Francisco de Souza Pinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 109 mil em receitas · R$ 109 mil em gastos contratados

Francisco Pinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006 e 2010, e vereador em Gravataí (RS) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 58 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 44 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil) e pessoal (R$ 42 mil). Em 2008, R$ 10 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 50 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 109 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 109 milcontratados
Gastos em 2008R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 7% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 109 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 45 mil41,0%
  • PessoalR$ 42 mil38,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil7,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil1,6%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil11,7%
2008Vereador, Gravataí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 39% · pessoas 20% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil31,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil14,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5105,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 450,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil48,4%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 36% · pessoas 17% · empresas menos de 1% · próprios 40% · outras 6%
Gasto contratado
R$ 50 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil33,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil17,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil11,4%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil6,4%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil31,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892