Armando Vergílio

Foto de Armando Vergílio dos Santos Junior
Armando Vergílio
Armando Vergílio dos Santos Junior (nome civil)
3 eleições entre 2010 e 2018 · último partido SOLIDARIEDADE
53 anos em 2018 · Masculino · Superior incompleto
Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Armando Vergílio (Armando Vergílio dos Santos Júnior) disputou 3 eleições entre 2010 e 2018, para deputado estadual, vice-governador e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por GO: 103.231 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por GO, declarou R$ 748 mil em receitas: R$ 92 mil de outras campanhas e R$ 655 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 703 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 395 mil), publicidade por adesivos (R$ 65 mil) e pessoal (R$ 64 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 milhões, 42% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

10.922 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Armando Vergílio dos Santos Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 748 mil em receitas · R$ 703 mil em gastos

Armando Vergílio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Goiás em 2010, e deputado estadual por Goiás em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 748 mil em receitas: R$ 92 mil de outras campanhas e R$ 655 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 703 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 395 mil) e publicidade por adesivos (R$ 65 mil). Em 2010, 42% dos R$ 4 milhões em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 748 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 703 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 4 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 748 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 12% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 703 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 395 mil56,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 65 mil9,3%
  • PessoalR$ 64 mil9,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 58 mil8,3%
  • Outras 11 categoriasR$ 121 mil17,3%
2010Deputado federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 milhões
67 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 4% · empresas 49% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1,7 milhão42,3%
  • PessoalR$ 843 mil21,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 266 mil6,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 130 mil3,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 455 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão26,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892