- Materiais impressosR$ 4 mil28,9%
- Locação de imóveisR$ 9006,2%
- Serviços de terceirosR$ 8305,7%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 794 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil59,3%
Paulo Follador (Paulo Afonso Follador) disputou 1 eleição, em 2008, para prefeito em Barão de Cotegipe/RS, com 1.454 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeito em Barão de Cotegipe/RS, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 3 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Paulo Follador declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Barão de Cotegipe (RS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.