Dr. Davi

Foto de Davi Mota Costa
Dr. Davi
Davi Mota Costa (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PV
65 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Davi (Davi Mota Costa) disputou 7 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Cruzeiro em 2016; vereador de Cruzeiro em 2004 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 17.978 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SP, declarou R$ 119 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 323 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 95 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 76 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e publicidade por adesivos (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 38 mil em 2010 (61% com pessoal) e R$ 29 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

17.429 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Davi Mota Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 119 mil em receitas · R$ 114 mil em gastos

Dr. Davi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Cruzeiro (SP) em 2008, e deputado federal por São Paulo em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 119 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 323 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 95 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 76 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2010, 61% dos R$ 38 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2008, 53% dos R$ 29 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2018R$ 119 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 114 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 38 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 119 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 17% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 3% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 114 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 76 mil66,8%
  • Materiais impressosR$ 21 mil18,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 9 mil7,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil3,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil3,5%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 46% · empresas 54%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 23 mil60,9%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil14,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil3,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 35menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 8 mil21,4%
2008Prefeito, Cruzeiro (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil53,1%
  • PessoalR$ 8 mil26,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6 mil20,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 490,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892