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Arnaldo Vianna

Foto de Arnaldo França Vianna
Arnaldo Vianna
Arnaldo França Vianna (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2014 · PDT
67 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Médico

Arnaldo Vianna (Arnaldo França Vianna) disputou 7 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual, prefeito e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2006; prefeito de Campos em 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Campos/RJ: 140.359 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Campos/RJ, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,4 milhão de outras campanhas, R$ 70 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 27 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,2 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 131 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 78 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 134 mil em 2010 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 384 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

31.436 votos em 2012 (anulados) · 7 eleições

A votação de Arnaldo França Vianna em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 1,5 milhão em receitas · R$ 1,4 milhão em gastos contratados

Arnaldo Vianna declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, e prefeito em Campos (RJ) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,4 milhão de outras campanhas, R$ 70 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 27 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,2 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 131 mil). Em 2010, 53% dos R$ 134 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 384 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 1,5 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 1,4 milhãocontratados
Gastos em 2010R$ 134 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Campos (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 94% · pessoas 5% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,2 milhão85,0%
  • Materiais impressosR$ 131 mil9,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 78 mil5,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil0,2%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 200menos de 0,1%
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 134 mil
28 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 51% · pessoas 36% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 134 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 71 mil53,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil14,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil3,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil2,6%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 35 mil26,2%
2008Prefeito, Campos (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 384 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 31% · empresas 13% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 384 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 130 mil33,9%
  • Materiais impressosR$ 34 mil8,9%
  • Materiais de expedienteR$ 5 mil1,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil0,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 104 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 214 mil55,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 123 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 73% · empresas 18% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 123 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por telemarketingR$ 39 mil31,6%
  • Materiais impressosR$ 35 mil28,1%
  • Despesas postaisR$ 26 mil20,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil8,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 14 mil11,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.