- Materiais impressosR$ 1 mil44,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 93028,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50015,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2487,5%
- Outras 2 categoriasR$ 1574,8%

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Professor Edilson (Edilson Alves Martins Pinto) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por CE: 1.200 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Crateús/CE, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 210 do Fundo Partidário, R$ 100 de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 930) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2014 (69% com locação/cessão de bens móveis) e R$ 2 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Edilson Alves Martins Pinto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 93,92% da votação desta candidatura (1.200 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Professor Edilson declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Crateús (CE) em 2012, deputado federal por Ceará em 2014, e prefeito em Crateús (CE) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 210 do Fundo Partidário, R$ 100 de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 930). Em 2014, 69% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com locação/cessão de bens móveis; em 2012, 80% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Professor Edilson não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2016, para prefeito em Crateús/CE, Professor Edilson teve 449 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para prefeito em Crateús/CE, Professor Edilson declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 210 do Fundo Partidário, R$ 100 de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 930) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 500). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Professor Edilson declarou ao TSE gastos de R$ 3 mil na campanha de 2016 a prefeito em Crateús/CE (gasto contratado declarado), R$ 10 mil na campanha de 2014 a deputado federal por CE (gasto contratado declarado) e R$ 2 mil na campanha de 2012 a vereador em Crateús/CE (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Professor Edilson declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Crateús (CE) em 2012, deputado federal por Ceará em 2014, e prefeito em Crateús (CE) em 2016.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Professor Edilson foi em 2014, para deputado federal por Ceará: 1.200 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Professor Edilson disputou 3 eleições, de 2012 a 2016: vereador em Crateús (CE) em 2012; deputado federal por Ceará em 2014; prefeito em Crateús (CE) em 2016. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Professor Edilson concorreu pelo PSOL em 2012, 2014 e 2016. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Professor Edilson foi o 101º mais votado entre os candidatos a deputado federal no Ceará em 2014, com 1.200 votos, 0,03% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2014 a maior votação de Professor Edilson para deputado federal foi em Crateús (CE): 736 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
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