Marcos Rotta

Foto de Marcos Sergio Rotta
Marcos Rotta
Marcos Sergio Rotta (nome civil)
7 eleições entre 1998 e 2020 · último partido AVANTE
53 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcos Rotta (Marcos Sérgio Rotta) disputou 7 eleições entre 1998 e 2020, para vice-prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: vice-prefeito de Manaus em 2020 e 2016; deputado federal em 2014; deputado estadual em 2010, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por AM: 117.955 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 24,2 milhões empenhados em 18 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017, para 6 municípios; 69% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2014 para deputado federal por AM, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 207 mil de outras campanhas, R$ 81 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 815 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 611 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 124 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 98 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 792 mil em 2010 e R$ 200 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

117.955 votos em 2014 (eleito) · 7 eleições

A votação de Marcos Sergio Rotta em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 1,1 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos contratados

Marcos Rotta declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006 e 2010, e deputado federal por Amazonas em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 207 mil de outras campanhas, R$ 81 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 815 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 611 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 124 mil). Em 2010, R$ 792 mil em gastos contratados; em 2006, 47% dos R$ 200 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2014R$ 1,1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 1,1 milhãocontratados
Gastos em 2010R$ 792 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 7% · empresas 73% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 611 mil54,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 124 mil11,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 98 mil8,8%
  • Materiais impressosR$ 86 mil7,6%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 28 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 200 mil17,9%
2010Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 792 mil
18 doadores pessoas físicas
partido 4% · pessoas 17% · empresas 77% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 792 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 253 mil31,9%
  • Materiais impressosR$ 146 mil18,5%
  • Despesas postaisR$ 66 mil8,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 42 mil5,3%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 39 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 285 mil36,0%
2006Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 201 mil
doações de pessoas
partido 2% · pessoas 25% · empresas 73%
Gasto contratado
R$ 200 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 93 mil46,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 28 mil14,1%
  • Materiais impressosR$ 22 mil11,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 13 mil6,4%
  • Outras 9 categoriasR$ 44 mil21,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 24,2 milhões empenhados · 69% pago · 18 emendas em 6 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Marcos Rotta teve R$ 24,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 18 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017 (legislatura 2015 a 2018), para 6 municípios. Já foram pagos R$ 16,7 milhões (69%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam foram Manaus, Presidente Figueiredo e Tefé.2

EmpenhadoR$ 24,2 milhõesorçamentos de 2016 a 2017
PagoR$ 16,7 milhões69% do empenhado, com restos a pagar
Emendas18individuais
Municípios6diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2017R$ 11,5 milhõesR$ 7,3 milhões63%122
2016R$ 12,7 milhõesR$ 9,4 milhões74%66
TotalR$ 24,2 milhõesR$ 16,7 milhões69%186

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 12,9 milhões53,1%
  2. 2Defesa NacionalR$ 9,6 milhões39,6%
  3. 3Desporto e LazerR$ 1,4 milhão5,6%

Municípios que mais receberam

  1. 1ManausR$ 5,6 milhões23,1%
  2. 2Presidente FigueiredoR$ 1,8 milhão7,5%
  3. 3TeféR$ 1,7 milhão7,1%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2014, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892