- Serviços de terceirosR$ 450 mil53,9%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 106 mil12,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 63 mil7,6%
- Materiais impressosR$ 40 mil4,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 17 mil2,1%
- Outras 10 categoriasR$ 158 mil18,9%
Tecio Nunes (Tecio Nunes Salgado) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Fortaleza/CE, com 8.923 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2024 para prefeito em Fortaleza/CE, declarou R$ 846 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 835 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 450 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 106 mil) e serviços advocatícios (R$ 72 mil).
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Tecio Nunes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Fortaleza (CE) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 846 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 835 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 450 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 106 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.