Cláudio Lucena

Foto de Claudio Lucena de Albertin
Cláudio Lucena
Claudio Lucena de Albertin (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PSB
46 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Federal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cláudio Lucena (Cláudio Lucena de Albertim) disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Cabedelo em 2004; vereador de Cabedelo em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por PB: 2.460 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Cabedelo/PB, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 490 do Fundo Partidário e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), serviços de terceiros (R$ 400) e publicidade por adesivos (R$ 340). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 32 mil em 2010 e R$ 28 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

83 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Claudio Lucena de Albertin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Cláudio Lucena declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Cabedelo (PB) em 2008, deputado estadual por Paraíba em 2010, e vereador em Cabedelo (PB) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 490 do Fundo Partidário e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 400). Em 2010, R$ 32 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 28 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2010R$ 32 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Cabedelo (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil81,1%
  • Serviços de terceirosR$ 4008,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 3407,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1383,0%
2010Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 87% · pessoas 2% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil22,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil6,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil3,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil67,5%
2008Prefeito, Cabedelo (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 15% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil30,3%
  • Materiais impressosR$ 6 mil21,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil7,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil7,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 10 mil34,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892