- Materiais impressosR$ 182 mil37,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 109 mil22,5%
- PessoalR$ 42 mil8,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 30 mil6,2%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 35 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 121 mil25,0%
Segundo o Radar do Voto, Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS) foi eleito deputado federal por Pernambuco em 2026, com 170.859 votos, pelo resultado oficial do TSE. Silvio Costa Filho (Silvio Serafim Costa Filho) disputou 8 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2026, 2022 e 2018; deputado estadual em 2014, 2010 e 2006; vereador de Recife em 2004. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por PE: 170.859 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 82,7 milhões empenhados em 40 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 46 municípios; 98% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 98 mil do Fundo Partidário, R$ 382 mil de outros recursos do partido e R$ 501 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 484 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 182 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 109 mil) e pessoal (R$ 42 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,7 milhões em 2022 e R$ 1,2 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Silvio Serafim Costa Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Silvio Costa Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006, 2010 e 2014, e deputado federal por Pernambuco em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 98 mil do Fundo Partidário, R$ 382 mil de outros recursos do partido e R$ 501 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 484 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 182 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 109 mil); R$ 313 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,7 milhões em gastos; em 2018, R$ 1,2 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Silvio Costa Filho teve R$ 82,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 40 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 46 municípios. Já foram pagos R$ 80,9 milhões (98%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam foram Brejinho, Panelas e Caetés.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 6 | 25 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18 milhões | 98% | 7 | 16 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 15,8 milhões | 97% | 5 | 15 |
| 2020 | R$ 15,5 milhões | R$ 13,7 milhões | 88% | 22 | 12 |
| Total | R$ 82,3 milhões | R$ 79,6 milhões | 97% | 40 | 46 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.