José Geraldo de Mattos Bicalho

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José Geraldo de Mattos Bicalho
3 eleições entre 1996 e 2016 · PSDB
71 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Médico
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Dr. Geraldo (José Geraldo de Mattos Bicalho) disputou 3 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Frei Inocêncio em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Frei Inocêncio/MG: 3.045 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Frei Inocêncio/MG, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 15 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e comícios (R$ 11 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 28 mil, 51% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

3.045 votos em 2016 (eleito) · 3 eleições

A votação de José Geraldo de Mattos Bicalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 58 mil em receitas · R$ 58 mil em gastos contratados

Dr. Geraldo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Frei Inocêncio (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Em 2012, 51% dos R$ 28 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 58 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 58 milcontratados
Gastos em 2012R$ 28 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Frei Inocêncio (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 58 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 58 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 15 mil25,8%
  • Materiais impressosR$ 11 mil18,7%
  • ComíciosR$ 11 mil18,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil12,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 14 mil24,9%
2012Prefeito, Frei Inocêncio (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 72 mil
92 doadores pessoas físicas
partido 21% · pessoas 22% · empresas 5% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil50,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil31,1%
  • ComíciosR$ 4 mil14,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil3,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
José Geraldo de Mattos Bicalho (Dr. Geraldo): candidaturas e votos · Radar do Voto