Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Abicalil (Carlos Augusto Abicalil) disputou 4 eleições entre 1998 e 2010, para senador, deputado federal e governador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2010, para senador por MT: 533.280 votos. Na campanha de 2010 para senador por MT, declarou R$ 5,1 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 343 mil de doações privadas (26 doadores), R$ 1,8 milhão de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,1 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,8 milhão), pessoal (R$ 708 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 564 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 334 mil.
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Evolução da votação nas eleições
533.280 votos em 2010 · 4 eleições
A votação de Carlos Augusto Abicalil em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 5,1 milhões em receitas · R$ 5,1 milhões em gastos contratados
Abicalil declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Mato Grosso em 2006, e senador por Mato Grosso em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 5,1 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 343 mil de doações privadas (26 doadores), R$ 1,8 milhão de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,1 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,8 milhão) e pessoal (R$ 708 mil). Em 2006, R$ 334 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 5,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 5,1 milhõescontratados
Gastos em 2006R$ 334 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 21% · pessoas 32% · empresas 40% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 334 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 126 mil37,8%
PessoalR$ 40 mil11,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil5,3%
AlimentaçãoR$ 15 mil4,6%
Outras 20 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 135 mil40,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.