54 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Vereador
Davi Ramos (Davi Gonçalves Ramos) disputou 10 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado estadual, vice-prefeito e 2º suplente senador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Americana em 2012, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 21.718 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Americana/SP, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil) e pessoal (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 547 mil em 2014 (42% com publicidade por materiais impressos) e R$ 25 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
1.188 votos em 2016 · 10 eleições
A votação de Davi Gonçalves Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorSenadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 31 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos contratados
Davi Ramos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010 e 2014, e vereador em Americana (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil). Em 2014, 42% dos R$ 547 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 65% dos R$ 25 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 31 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 31 milcontratados
Gastos em 2014R$ 547 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 56% · pessoas 23% · empresas 8% · próprios menos de 1% · outras 12%
Gasto contratado
R$ 249 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 63 mil25,4%
Publicidade por jornais e revistasR$ 48 mil19,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 46 mil18,3%
TelefoneR$ 13 mil5,0%
Outras 14 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 80 mil32,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016SUPLENTE1.188LAmericana, São Paulo · 54 anos · Branca · Ensino fundamental completo · Vereador · PC do B · nº 65656 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2014SUPLENTE21.718GSP · 52 anos · Parda · Ensino médio completo · Operador de Aparelhos de Produção Industrial · PC do B · nº 65656 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012ELEITO2.564LAmericana, São Paulo · 50 anos · Ensino fundamental completo · Operador de Aparelhos de Produção Industrial · PC do B · nº 65656 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2010SUPLENTE20.535GSP · 48 anos · Ensino fundamental completo · PC do B · nº 65165 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Prefeito · 2008—LAmericana, São Paulo · 46 anos · Ensino fundamental completo · Vereador · PC do B · nº 15 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2006SUPLENTE19.839GSP · 44 anos · Ensino fundamental completo · Operador de Aparelhos de Produção Industrial · PC do B · nº 65165 · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO3.102LAmericana, São Paulo · 42 anos · Ensino fundamental completo · Senador, Deputado e Vereador · PC do B · nº 65656 · ver resultado completo
2º Suplente Senador · 2002NÃO ELEITO3.473.198GSP · 40 anos · Ensino fundamental completo · Operador de Aparelhos de Producao Industrial · PC do B · nº 651 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO1.785LAmericana, São Paulo · 38 anos · Ensino fundamental incompleto · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PC do B · nº 65656 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PC do B
Vereador · 1996ELEITO1.493LAmericana, São Paulo · 34 anos · Dado Inexistente · PC do B · nº 65656 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.