Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Raimundo Matos (Raimundo Gomes de Matos) disputou 8 eleições entre 1994 e 2022, para vice-governador e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por CE: 106.138 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 55,5 milhões empenhados em 64 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 72 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por CE, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 mil do Fundo Partidário, R$ 204 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 520 mil de doações privadas (91 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 850 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 330 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 184 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 866 mil em 2014 e R$ 617 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
44.176 votos em 2018 · 8 eleições
A votação de Raimundo Gomes de Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 1,7 milhão em receitas · R$ 1,8 milhão em gastos contratados
Raimundo Matos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Ceará em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 mil do Fundo Partidário, R$ 204 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 520 mil de doações privadas (91 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 850 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 330 mil). Em 2014, R$ 866 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 617 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 1,7 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,8 milhãocontratados
Gastos em 2014R$ 866 milcontratados, campanha encerrada
pessoas 22% · empresas 56% · próprios 19% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 382 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 100 mil26,2%
PessoalR$ 74 mil19,5%
Transporte ou deslocamentoR$ 55 mil14,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 48 mil12,4%
Outras 12 categoriasR$ 105 mil27,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 55,5 milhões empenhados · 93% pago · 64 emendas em 72 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
Na Câmara dos Deputados, Raimundo Matos teve R$ 55,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 64 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 72 municípios. Já foram pagos R$ 51,5 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Novo Oriente, Barbalha e Maranguape.2
EmpenhadoR$ 55,5 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 51,5 milhões93% do empenhado, com restos a pagar
Emendas64individuais
Municípios72diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2019
R$ 15,3 milhões
R$ 15,3 milhões
99%
11
23
2018
R$ 14,4 milhões
R$ 12,1 milhões
84%
20
29
2017
R$ 12,3 milhões
R$ 11,6 milhões
94%
19
31
2016
R$ 13,6 milhões
R$ 12,3 milhões
91%
14
24
Total
R$ 55,5 milhões
R$ 51,3 milhões
92%
64
72
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 28,8 milhões51,8%
2UrbanismoR$ 12,5 milhões22,6%
3Comércio e ServiçosR$ 4,8 milhões8,7%
Municípios que mais receberam
1Novo OrienteR$ 6,7 milhões12,0%
2BarbalhaR$ 3,3 milhões5,9%
3MaranguapeR$ 2,5 milhões4,6%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
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Candidaturas
8 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Governador · 2022NÃO ELEITO1.649.213GCE · 71 anos · Branca · Superior completo · Médico · PL · nº 44 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Deputado Federal · 2018SUPLENTE44.176GCE · 67 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PSDB · nº 4511 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2014ELEITO95.145GCE · 63 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PSDB · nº 4511 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994SUPLENTE23.625GCE · 43 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 4503 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.