3 eleições entre 2010 e 2016 · último partido REDE
35 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Veterinário
Rafael Haddad (Rafael Haddad Manfio) disputou 3 eleições entre 2010 e 2016, para prefeito, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cornélio Procópio em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Cornélio Procópio/PR: 4.556 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cornélio Procópio/PR, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 70 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 57 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil) e publicidade por adesivos (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2012 (76% com publicidade por materiais impressos) e R$ 8 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
4.556 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Rafael Haddad Manfio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 120 mil em receitas · R$ 120 mil em gastos contratados
Rafael Haddad declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2010, vereador em Cornélio Procópio (PR) em 2012, e prefeito em Cornélio Procópio (PR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 70 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 57 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 23 mil). Em 2012, 76% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 8 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 120 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 120 milcontratados
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 25% · pessoas 73% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil36,0%
PessoalR$ 2 mil26,9%
Publicidade por carros de somR$ 6007,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2723,3%
Outras 3 categoriasinclui R$ 70 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil26,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.