- Materiais impressosR$ 51 mil35,2%
- Serviços de terceirosR$ 36 mil24,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 23 mil16,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 16 mil11,0%
- Outras 7 categoriasR$ 19 mil12,9%
Já tem conta? Entrar
Mário Augusto (PP) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 27.930 votos, pelo resultado oficial do TSE. Mário Augusto (Mário Augusto de Freire Gonçalves) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Dom Pedrito em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RS: 27.930 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 559 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 209 mil de doações privadas (28 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil), serviços de terceiros (R$ 36 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 23 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 115 mil em 2020 e R$ 197 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mário Augusto de Freire Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mário Augusto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Dom Pedrito (RS) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 559 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 209 mil de doações privadas (28 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil) e serviços de terceiros (R$ 36 mil); R$ 136 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 115 mil em gastos; em 2016, R$ 197 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto