Vilmar Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Goiás em 2006 e 2010, e senador por Goiás em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3,7 milhões em receitas: R$ 3,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 171 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 72 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,1 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 601 mil). Em 2014, R$ 8,8 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 1,7 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 3,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 3,7 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 8,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2022
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 3,7 milhões
9 doadores pessoas físicas
FEFC 94% · pessoas 5% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 3,7 milhões
tudo pago (100%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,1 milhão30,5%
- Materiais impressosR$ 601 mil16,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 362 mil9,7%
- Publicidade por adesivosR$ 175 mil4,7%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 845 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,5 milhão39,1%
Arrecadado
R$ 8,8 milhões
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 70% · pessoas 2% · empresas 28% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 8,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Serviços de terceirosR$ 1,2 milhão14,0%
- Materiais impressosR$ 1,1 milhão12,4%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 885 mil10,1%
- Publicidade por carros de somR$ 727 mil8,3%
- Outras 21 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4,9 milhões55,3%
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 5% · empresas 76% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 356 mil21,1%
- PessoalR$ 155 mil9,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 102 mil6,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 77 mil4,5%
- Outras 20 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 721 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 998 mil59,2%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 4% · empresas 92% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 413 mil39,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 154 mil14,6%
- Serviços de terceirosR$ 124 mil11,8%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 80 mil7,6%
- Outras 18 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 281 mil26,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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