Vilmar Rocha

Foto de Vilmar da Silva Rocha
Vilmar Rocha
Vilmar da Silva Rocha (nome civil)
11 eleições entre 1982 e 2022 · último partido PSD
71 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vilmar Rocha (Vilmar da Silva Rocha) disputou 11 eleições entre 1982 e 2022, para senador, 1º suplente, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2010, 2002, 1998 e 1994; deputado estadual em 1986 e 1982. A maior votação foi em 2014, para senador por GO: 1.012.496 votos. Na campanha de 2022 para senador por GO, declarou R$ 3,7 milhões em receitas: R$ 3,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 171 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 72 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,1 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 601 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 362 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8,8 milhões em 2014 e R$ 1,7 milhão em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

55.934 votos em 2022 · 11 eleições

A votação de Vilmar da Silva Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 3,7 milhões em receitas · R$ 3,7 milhões em gastos

Vilmar Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Goiás em 2006 e 2010, e senador por Goiás em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3,7 milhões em receitas: R$ 3,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 171 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 72 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,1 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 601 mil). Em 2014, R$ 8,8 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 1,7 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 3,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 3,7 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 8,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Senador, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,7 milhões
9 doadores pessoas físicas
FEFC 94% · pessoas 5% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 3,7 milhões
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,1 milhão30,5%
  • Materiais impressosR$ 601 mil16,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 362 mil9,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 175 mil4,7%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 845 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,5 milhão39,1%
2014Senador, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8,8 milhões
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 70% · pessoas 2% · empresas 28% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 8,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1,2 milhão14,0%
  • Materiais impressosR$ 1,1 milhão12,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 885 mil10,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 727 mil8,3%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4,9 milhões55,3%
2010Deputado federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 5% · empresas 76% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 356 mil21,1%
  • PessoalR$ 155 mil9,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 102 mil6,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 77 mil4,5%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 721 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 998 mil59,2%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 4% · empresas 92% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 413 mil39,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 154 mil14,6%
  • Serviços de terceirosR$ 124 mil11,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 80 mil7,6%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 281 mil26,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892