- Publicidade por adesivosR$ 393 mil29,9%
- Materiais impressosR$ 372 mil28,3%
- Serviços de terceirosR$ 247 mil18,7%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 123 mil9,3%
- Outras 7 categoriasR$ 181 mil13,7%
Segundo o Radar do Voto, Aline Mariano (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada federal por Pernambuco em 2026, com 11.129 votos, pelo resultado oficial do TSE. Aline Mariano (Aline Brito Martins da Fonseca) disputou 12 eleições entre 2000 e 2026, para deputada federal, vereadora, deputada estadual e 1º suplente senadora. Ela foi eleita 4 vezes: vereadora de Recife em 2016, 2012 e 2008; vereadora de Afogados da Ingazeira em 2000. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por PE: 23.731 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por PE, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 560 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 4 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 393 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 372 mil) e serviços de terceiros (R$ 247 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 205 mil em 2024 (50% com serviços de terceiros) e R$ 184 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Aline Brito Martins da Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Aline Mariano declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereadora em Recife (PE) em 2012, 2016, 2020 e 2024, deputada estadual por Pernambuco em 2014 e 2018, e deputada federal por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 560 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 4 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 393 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 372 mil); R$ 1,3 milhão já foram pagos. Em 2024, 50% dos R$ 205 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, 77% dos R$ 184 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.