- Serviços de terceirosR$ 5 mil41,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil38,6%
- Publicidade por carros de somR$ 1 mil8,6%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 6005,1%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 299 lançados como "diversas a especificar"R$ 7586,5%
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Panambi (Rodolfo Sergio Meglin) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Pantano Grande em 2004. A maior votação foi em 2004, para vereador em Pantano Grande/RS: 396 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pantano Grande/RS, declarou R$ 12 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e publicidade por carros de som (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rodolfo Sergio Meglin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Panambi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pantano Grande (RS) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 12 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Em 2008, R$ 6 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Panambi foi eleito 1 vez: vereador de Pantano Grande em 2004. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2016, para vereador em Pantano Grande/RS, Panambi teve 238 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para vereador em Pantano Grande/RS, Panambi declarou R$ 12 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e publicidade por carros de som (R$ 1 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Panambi declarou ao TSE gastos de R$ 12 mil na campanha de 2016 a vereador em Pantano Grande/RS (gasto contratado declarado) e R$ 6 mil na campanha de 2008 a vereador em Pantano Grande/RS (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Panambi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pantano Grande (RS) em 2008 e 2016.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Panambi foi em 2004, para vereador em Pantano Grande (RS): 396 votos. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Panambi disputou 5 eleições, de 2000 a 2016: vereador em Pantano Grande (RS) em 2000, 2004, 2008 e 2016; vice-prefeito em Pantano Grande (RS) em 2012. Foi eleito 1 vez. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Panambi concorreu pelo PMDB em 2000, 2004 e 2008 e pelo PTB em 2012 e 2016. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto