- Materiais impressosR$ 189 mil70,7%
- Publicidade por adesivosR$ 47 mil17,7%
- Serviços contábeisR$ 20 mil7,5%
- Serviços advocatíciosR$ 11 mil4,1%
- Outras 1 categoriaR$ 10menos de 0,1%
Segundo o Radar do Voto, Leonardo Pinheiro (PSB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Ceará em 2026, com 48.151 votos, pelo resultado oficial do TSE. Leonardo Pinheiro (Leonardo Franklin Nogueira Pinheiro) disputou 7 eleições entre 2006 e 2026, para deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2022, 2018 e 2010. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por CE: 56.059 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por CE, declarou R$ 370 mil em receitas: R$ 214 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 156 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 267 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 189 mil), publicidade por adesivos (R$ 47 mil) e serviços contábeis (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 156 mil em 2022 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 118 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Leonardo Franklin Nogueira Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Leonardo Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 370 mil em receitas: R$ 214 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 156 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 267 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 189 mil) e publicidade por adesivos (R$ 47 mil); R$ 266 mil já foram pagos. Em 2022, 57% dos R$ 156 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 44% dos R$ 118 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.