- Impulsionamento de conteúdosR$ 3,9 milhões46,2%
- Serviços de terceirosR$ 1,8 milhão21,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 730 mil8,6%
- Materiais impressosR$ 487 mil5,8%
- Outras 11 categoriasR$ 1,5 milhão18,1%
Segundo o Radar do Voto, Elmano de Freitas (PT) foi eleito governador do Ceará em 2026, com 2.875.573 votos, pelo resultado oficial do TSE. Elmano de Freitas (Elmano de Freitas da Costa) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para governador, prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: governador em 2026 e 2022; deputado estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2026, para governador por CE: 2.875.573 votos. Na campanha de 2026 para governador por CE, declarou R$ 13,2 milhões em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 514 mil de outros recursos do partido e R$ 11,5 milhões de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8,5 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 3,9 milhões), serviços de terceiros (R$ 1,8 milhão) e militância e mobilização de rua (R$ 730 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11,7 milhões em 2022 e R$ 816 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Elmano de Freitas da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Elmano de Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Fortaleza (CE) em 2012, deputado estadual por Ceará em 2014 e 2018, prefeito em Caucaia (CE) em 2020, e governador por Ceará em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 13,2 milhões em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 514 mil de outros recursos do partido e R$ 11,5 milhões de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8,5 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 3,9 milhões) e serviços de terceiros (R$ 1,8 milhão); R$ 5 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 11,7 milhões em gastos contratados; em 2020, R$ 816 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.