- Militância e mobilização de ruaR$ 280 mil32,8%
- Materiais impressosR$ 141 mil16,6%
- Serviços advocatíciosR$ 110 mil12,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 95 mil11,1%
- Outras 8 categoriasR$ 227 mil26,6%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Expedito Júnior (Expedito Rodrigues Silva Júnior) disputou 2 eleições entre 2020 e 2022, para deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Bacabal/MA: 18.641 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MA, declarou R$ 857 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 157 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 853 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 280 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 141 mil) e serviços advocatícios (R$ 110 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 299 mil, 44% com militância e mobilização de rua.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Expedito Rodrigues Silva Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Expedito Júnior declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Bacabal (MA) em 2020, e deputado federal por Maranhão em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 857 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 157 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 853 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 280 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 141 mil). Em 2020, 44% dos R$ 299 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.