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Geraldinho

Foto de Antonio Geraldo de Souza Henriques Filho
Geraldinho
Antonio Geraldo de Souza Henriques Filho (nome civil)
8 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PSB
48 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Contador
redes informadas ao TSE

Geraldinho (Antônio Geraldo de Souza Henriques Filho) disputou 8 eleições entre 2004 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual, prefeito, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Viamão em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RS: 21.436 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RS, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 44 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 27 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 174 mil em 2014 (50% com pessoal) e R$ 194 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

18.416 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Antonio Geraldo de Souza Henriques Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 52 mil em receitas · R$ 42 mil em gastos

Geraldinho declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006 e 2010, prefeito em Viamão (RS) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 44 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 27 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Em 2014, 50% dos R$ 174 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 58% dos R$ 194 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 52 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 42 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 174 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
13 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 4% · partido e outras campanhas 11% · pessoas 85%
Gasto contratado
R$ 42 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 27 mil64,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil18,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil7,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil5,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil4,2%
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 174 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 92% · pessoas 6% · empresas menos de 1% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 174 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 86 mil49,7%
  • Materiais impressosR$ 17 mil10,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil7,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil7,2%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil25,5%
2012Prefeito, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 204 mil
127 doadores pessoas físicas
partido 61% · pessoas 2% · empresas 25% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 194 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 112 mil57,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 38 mil19,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 24 mil12,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 11 mil5,5%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 960 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil4,9%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 26% · empresas 34% · próprios 4% · outras 36%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 12 mil32,9%
  • Materiais impressosR$ 10 mil27,9%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 4 mil10,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil3,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 9 mil25,5%
2008Prefeito, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
15 doadores pessoas físicas
pessoas 28% · empresas 24% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil25,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil19,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil16,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil8,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 10 mil30,3%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
doações de pessoas
pessoas 2% · empresas 13% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil48,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil10,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil9,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil3,2%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil28,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.