Dino Ayres

Foto de Dino Carlo Barreto Ayres
Dino Ayres
Dino Carlo Barreto Ayres (nome civil)
5 eleições entre 2012 e 2022 · último partido PRTB
45 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dino Ayres (Dino Carlo Barreto Ayres) disputou 5 eleições entre 2012 e 2022, para deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Ceres em 2020. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por GO: 6.696 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por GO, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 37 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 14 mil), publicidade por adesivos (R$ 9 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 44 mil em 2018 e R$ 78 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

6.151 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Dino Carlo Barreto Ayres em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 49 mil em receitas · R$ 40 mil em gastos

Dino Ayres declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Ceres (GO) em 2012, e deputado estadual por Goiás em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 37 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 14 mil) e publicidade por adesivos (R$ 9 mil). Em 2018, R$ 44 mil em gastos; em 2012, R$ 78 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 49 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 40 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 44 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32012, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 75% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 40 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 14 mil36,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 9 mil23,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil15,6%
  • Materiais impressosR$ 4 mil10,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil13,9%
2018Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 74% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 44 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 17 mil39,1%
  • Materiais impressosR$ 14 mil30,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil11,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil6,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 5 mil12,0%
2012Prefeito, Ceres (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 125 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 77% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 78 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil5,9%
  • AlimentaçãoR$ 3240,4%
  • Materiais de expedienteR$ 2450,3%
  • Serviços de terceirosR$ 70menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 72 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 72 mil93,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892