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Marcus Lopes

Foto de Marcus Vinicius Teodoro Lopes
Marcus Lopes
Marcus Vinicius Teodoro Lopes (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2026 · último partido PSOL
61 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Sociólogo
Candidato a Deputado Estadual · Rio de Janeiro · Eleições 2026 · PSOL · nº 50555
redes informadas ao TSE

Marcus Lopes (PSOL) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 623 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcus Lopes (Marcus Vinicius Teodoro Lopes) disputou 6 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Nilópolis/RJ: 2.488 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 40 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2024 (54% com serviços de terceiros) e R$ 11 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

623 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Marcus Vinicius Teodoro Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 58 mil em receitas · R$ 48 mil em gastos contratados

Marcus Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006 e 2026, e prefeito em Nilópolis (RJ) em 2008 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 48 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 40 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil); R$ 48 mil já foram pagos. Em 2024, 54% dos R$ 8 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2008, R$ 11 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 58 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 48 milcontratados, parcial; R$ 48 mil pagos
Gastos em 2024R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42006, 2008, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 58 mil
sem doações de pessoas
FEFC 82% · partido e outras campanhas 18%
Gasto contratado
R$ 48 mil
pago até agora: R$ 48 mil (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 40 mil83,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil12,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil3,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 45menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 3menos de 0,1%
2024Prefeito, Nilópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 8 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil53,5%
  • Materiais impressosR$ 1 mil17,1%
  • Aquisição/doação de bens móveis ou imóveisR$ 6998,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6607,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil13,0%
2008Prefeito, Nilópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
partido 90% · pessoas 1% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil39,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil22,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil21,5%
  • Locação de imóveisR$ 6265,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil10,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 64% · pessoas 29% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 29020,7%
  • Serviços de terceirosR$ 20614,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 30,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 90264,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.