- Serviços advocatíciosR$ 25 mil24,7%
- Serviços contábeisR$ 15 mil14,8%
- PessoalR$ 11 mil10,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil10,3%
- Outras 7 categoriasR$ 40 mil39,4%
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Cabeça de Choró (Cleylton Ferreira da Silva) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Choró/CE: 4.023 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Choró/CE, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 25 mil), serviços contábeis (R$ 15 mil) e pessoal (R$ 11 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 59% com cessão ou locação de veículos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cleylton Ferreira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cabeça de Choró declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Choró (CE) em 2012, e prefeito em Choró (CE) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 25 mil) e serviços contábeis (R$ 15 mil). Em 2012, 59% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Cabeça de Choró não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2020, para prefeito em Choró/CE, Cabeça de Choró teve 4.023 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2020 para prefeito em Choró/CE, Cabeça de Choró declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 25 mil), serviços contábeis (R$ 15 mil) e pessoal (R$ 11 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Cabeça de Choró declarou ao TSE gastos de R$ 101 mil na campanha de 2020 a prefeito em Choró/CE (tudo pago) e R$ 3 mil na campanha de 2012 a vereador em Choró/CE (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Cabeça de Choró declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Choró (CE) em 2012, e prefeito em Choró (CE) em 2020.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Cabeça de Choró foi em 2020, para prefeito em Choró (CE): 4.023 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Cabeça de Choró disputou 3 eleições, de 2012 a 2020: vereador em Choró (CE) em 2012; vice-prefeito em Choró (CE) em 2016; prefeito em Choró (CE) em 2020. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Cabeça de Choró concorreu pelo PSD em 2012, pelo PDT em 2016 e pelo SOLIDARIEDADE em 2020. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto