- Serviços de terceirosR$ 395 mil43,9%
- Materiais impressosR$ 117 mil13,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 100 mil11,1%
- Publicidade por adesivosR$ 58 mil6,5%
- Outras 7 categoriasR$ 230 mil25,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gastão Vieira (Gastão Dias Vieira) disputou 11 eleições entre 1986 e 2022, para deputado federal, senador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994; deputado estadual em 1990 e 1986. A maior votação foi em 2014, para senador por MA: 1.283.296 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 32,2 milhões empenhados em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2021, para 27 municípios; 84% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por MA, declarou R$ 929 mil em receitas: R$ 750 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 174 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 900 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 395 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 117 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 100 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 902 mil em 2018 (41% com serviços de terceiros) e R$ 1,7 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gastão Dias Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gastão Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Maranhão em 2006, 2010, 2018 e 2022, prefeito em São Luís (MA) em 2008, e senador por Maranhão em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 929 mil em receitas: R$ 750 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 174 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 900 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 395 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 117 mil). Em 2018, 41% dos R$ 902 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2014, R$ 1,7 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Gastão Vieira teve R$ 32,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2021 (legislatura 2019 a 2022), para 27 municípios. Já foram pagos R$ 27 milhões (84%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (56%). As cidades que mais receberam foram São Bento, São Luís e Betim.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2021 | R$ 16,2 milhões | R$ 14,2 milhões | 88% | 20 | 20 |
| 2020 | R$ 15,9 milhões | R$ 12,7 milhões | 80% | 7 | 10 |
| Total | R$ 32,1 milhões | R$ 26,9 milhões | 84% | 27 | 27 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.