8 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PMDB
75 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Advogado
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dolores Nunes (Maria das Dores Braga Nunes) disputou 8 eleições entre 1994 e 2016, para vice-prefeita, deputada federal e prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: vice-prefeita de Gurupi em 2016 e 2012; deputada federal em 1994. A maior votação foi em 1994, para deputada federal por TO: 21.727 votos. Na campanha de 2006 para deputada federal por TO, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 13 mil de outras campanhas e R$ 75 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 88 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 17 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 14 mil).
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Evolução da votação nas eleições
20.777 votos em 2006 · 8 eleições
A votação de Maria das Dores Braga Nunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 88 mil em receitas · R$ 88 mil em gastos contratados
Dolores Nunes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Tocantins em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 13 mil de outras campanhas e R$ 75 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 88 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil).
Outras 5 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 35 mil39,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1998SUPLENTE21.105GTO · 57 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 2522 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PPB / PSB / PSC / PSDB / PTB
Deputado Federal · 1994ELEITO · MÉDIA21.727GTO · 53 anos · Superior completo · Advogado · PP · nº 3911 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.