- Materiais impressosR$ 47152,3%
- Publicidade por adesivosR$ 24026,6%
- Serviços de terceirosR$ 12013,3%
- Locação de imóveisR$ 707,8%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Roberta Gomes (Roberta Aparecida Lopes Gomes) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Santa Bárbara D Oeste/SP: 197 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Santa Bárbara D Oeste/SP, declarou R$ 901 em receitas: R$ 476 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 190 de doações privadas (3 doadores) e R$ 235 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 901, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 471), publicidade por adesivos (R$ 240) e serviços de terceiros (R$ 120).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Roberta Aparecida Lopes Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Roberta Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Santa Bárbara D Oeste (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 901 em receitas: R$ 476 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 190 de doações privadas (3 doadores) e R$ 235 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 901, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 471) e publicidade por adesivos (R$ 240).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.