Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alcides Bernal (Alcides Jesus Peralta Bernal) disputou 10 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, prefeito, senador, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Campo Grande em 2012; deputado estadual em 2010; vereador de Campo Grande em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Campo Grande/MS: 270.927 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MS, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 822 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 490 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 16 mil de doações privadas (36 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 426 mil), pessoal (R$ 217 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 581 mil em 2016 e R$ 454 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
46.734 votos em 2018 (anulados) · 10 eleições
A votação de Alcides Jesus Peralta Bernal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 1,3 milhão em receitas · R$ 1,4 milhão em gastos contratados
Alcides Bernal declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2008, deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2010, prefeito em Campo Grande (MS) em 2012 e 2016, senador por Mato Grosso do Sul em 2014, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 822 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 490 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 16 mil de doações privadas (36 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 426 mil) e pessoal (R$ 217 mil). Em 2016, R$ 581 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 454 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 1,3 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,4 milhãocontratados
Gastos em 2016R$ 581 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 14% · pessoas 7% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 13 mil27,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil17,5%
Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil14,1%
Materiais impressosR$ 5 mil11,6%
Outras 5 categoriasR$ 13 mil29,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2018VOTOS ANULADOSINDEFERIDO46.734GMS · 53 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PP · nº 1111 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2006—GMS · 41 anos · Superior completo · Vereador · PSL · nº 17111 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Vereador · 2004ELEITO4.772LCampo Grande, Mato Grosso do Sul · 39 anos · Superior completo · Advogado · PMN · nº 33456 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE614LCampo Grande, Mato Grosso do Sul · 35 anos · Superior completo · PST · nº 18123 · ver resultado completo
Coligação: PST / PSL
Vereador · 1996SUPLENTE1.318LCampo Grande, Mato Grosso do Sul · 31 anos · Superior completo · Estudante · PMDB · nº 15655 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.