Paulo Bornhausen

Foto de Paulo Roberto Barreto Bornhausen
Paulo Bornhausen
Paulo Roberto Barreto Bornhausen (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PSD
59 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Bornhausen (Paulo Roberto Barreto Bornhausen) disputou 7 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2010, 2006 e 1994; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 2014, para senador por SC: 1.172.948 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SC, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 825 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 542 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 115 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 974 mil), serviços de terceiros (R$ 694 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 392 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6,2 milhões em 2014 (50% com serviços de terceiros) e R$ 2,9 milhões em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

40.973 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Paulo Roberto Barreto Bornhausen em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. EstadualSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 3 milhões em receitas · R$ 3 milhões em gastos

Paulo Bornhausen declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2006, 2010 e 2022, e senador por Santa Catarina em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 825 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 542 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 115 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 974 mil) e serviços de terceiros (R$ 694 mil). Em 2014, 50% dos R$ 6,2 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2010, R$ 2,9 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 3 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 6,2 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 milhões
17 doadores pessoas físicas
FEFC 50% · partido e outras campanhas 28% · pessoas 18% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 3 milhões
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 974 mil32,7%
  • Serviços de terceirosR$ 694 mil23,3%
  • Materiais impressosR$ 392 mil13,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 304 mil10,2%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 159 lançados como "diversas a especificar" e R$ 225 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 618 mil20,7%
2014Senador, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5,5 milhões
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 5% · empresas 34%
Gasto contratado
R$ 6,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3,1 milhões49,6%
  • Materiais impressosR$ 930 mil15,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 750 mil12,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 538 mil8,7%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 788 lançados como "diversas a especificar"R$ 901 mil14,6%
2010Deputado federal, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 11% · partido 53% · empresas 36%
Gasto contratado
R$ 2,9 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 662 mil22,5%
  • Materiais impressosR$ 521 mil17,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 481 mil16,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 188 mil6,4%
  • Outras 23 categoriasinclui R$ 128 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 500 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão37,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 31% · pessoas menos de 1% · empresas 69% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 210 mil16,1%
  • Serviços de terceirosR$ 189 mil14,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 174 mil13,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 119 mil9,2%
  • Outras 24 categoriasinclui R$ 153 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 608 mil46,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1998, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892