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Vladimir Ferreira

Foto de Vladimir da Silva Ferreira
Vladimir Ferreira
Vladimir da Silva Ferreira (nome civil)
8 eleições entre 2000 e 2020 · PT
44 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE

Vladimir Ferreira (Vladimir da Silva Ferreira) disputou 8 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, vereador, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Coxim em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MS: 2.482 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Coxim/MS, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 74 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2016 e R$ 131 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

1.399 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Vladimir da Silva Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 129 mil em receitas · R$ 128 mil em gastos

Vladimir Ferreira declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2006, vereador em Coxim (MS) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014, e prefeito em Coxim (MS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 74 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Em 2016, R$ 8 mil em gastos contratados; em 2014, 41% dos R$ 131 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 129 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 128 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Coxim (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 129 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 85% · pessoas 5% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 128 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 74 mil57,6%
  • Materiais impressosR$ 18 mil14,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil7,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil7,8%
  • Outras 7 categoriasR$ 16 mil12,8%
2016Vereador, Coxim (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 7% · pessoas 93%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil23,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil19,3%
  • PessoalR$ 1 mil18,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil17,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil21,5%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 124 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 74% · pessoas 18% · empresas 2% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 131 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 54 mil40,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil14,1%
  • Materiais impressosR$ 15 mil11,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 15 mil11,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil21,9%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Vereador, Coxim (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil35,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil31,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil18,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil9,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil6,0%
2008Vereador, Coxim (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 40% · empresas 10%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 10 mil100,0%
2006Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 66% · pessoas 34%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 8 mil27,1%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil24,8%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil5,1%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 640,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 13 mil42,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.