75 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilson Amaro (Gilson Antônio de Sales) disputou 8 eleições entre 1998 e 2020, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Santa Teresa em 2016, 2008 e 2004; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por ES: 24.229 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Santa Teresa/ES, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 8 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e serviços advocatícios (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 39 mil em 2016 (45% com serviços de terceiros) e R$ 195 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
3.782 votos em 2020 · 8 eleições
A votação de Gilson Antonio de Sales Amaro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 36 mil em receitas · R$ 36 mil em gastos
Gilson Amaro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Santa Teresa (ES) em 2008, 2016 e 2020, e deputado federal por Espírito Santo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil). Em 2016, 45% dos R$ 39 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 53% dos R$ 195 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 36 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 36 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 39 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 4% · pessoas 22% · empresas 69% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 69 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 19 mil27,9%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 14 mil20,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil17,7%
ComíciosR$ 4 mil6,3%
Outras 6 categoriasR$ 19 mil28,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO20.273GES · 57 anos · PPB · nº 11110 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PMDB / PSDB
Prefeito · 2000NÃO ELEITO5.415LSanta Teresa, Espírito Santo · 55 anos · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PFL · nº 25 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE10.693GES · 53 anos · Ensino fundamental incompleto · Trabalhador de Construção Civil · PPB · nº 11110 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PL / PPB / PSDB / PV
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.