Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr.. Meire (Meire Gonçalves Rodrigues) disputou 2 eleições entre 2004 e 2008, para prefeita e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeita em Anapu/PA, declarou R$ 73 mil em receitas: R$ 300 de outras campanhas, R$ 43 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil).
2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Financiamento das campanhas
2008: R$ 73 mil em receitas · R$ 73 mil em gastos contratados
Dr.. Meire declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Anapu (PA) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 73 mil em receitas: R$ 300 de outras campanhas, R$ 43 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil).
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 59% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 73 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 16 mil22,2%
Materiais impressosR$ 10 mil13,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil6,1%
Serviços de terceirosR$ 4100,6%
Outras 4 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 7 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 42 mil57,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.