- Materiais impressosR$ 1 mil51,6%
- Outras 3 categoriasR$ 1 mil48,4%
Valdeci do Bem Fica (Valdeci Manoel dos Santos) disputou 5 eleições entre 2008 e 2024, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para vereador em Indaiabira/MG: 143 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Indaiabira/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 762 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 92 de outros recursos do partido e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), serviços contábeis (R$ 600) e serviços advocatícios (R$ 250). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 75 em 2020 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 883 em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Valdeci Manoel dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Valdeci do Bem Fica declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Indaiabira (MG) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 762 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 92 de outros recursos do partido e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e serviços contábeis (R$ 600). Em 2020, 100% dos R$ 75 em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 57% dos R$ 883 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.