Dr. Edir

Foto de Edir Manoel de Castro Pires
Dr. Edir
Edir Manoel de Castro Pires (nome civil)
5 eleições entre 2002 e 2010 · último partido PMDB
42 anos em 2010 · Masculino · Ensino fundamental completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Edir (Edir Manoel de Castro Pires) disputou 5 eleições entre 2002 e 2010, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PA: 20.295 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PA, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 21 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), pessoal (R$ 7 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 28 mil.

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Evolução da votação nas eleições

17.582 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Edir Manoel de Castro Pires em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados

Dr. Edir declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Pará em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 21 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e pessoal (R$ 7 mil). Em 2006, R$ 28 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 24 milcontratados
Gastos em 2006R$ 28 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2010Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
doações de pessoas
pessoas 11% · empresas 89%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil33,7%
  • PessoalR$ 7 mil29,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil21,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 1 mil4,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil11,6%
2006Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
doações de pessoas
pessoas 5% · empresas 95%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil35,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7 mil24,5%
  • Materiais impressosR$ 6 mil22,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil17,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 960,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892