- Materiais impressosR$ 3 mil53,9%
- Materiais de expedienteR$ 741,4%
- Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 260,5%
- Outras 1 categoriaR$ 2 mil44,3%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marlene (Marlene Alves da Silva) disputou 2 eleições entre 2006 e 2008, para vice-prefeita e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2006 para deputada estadual por RO, declarou R$ 5 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), materiais de expediente (R$ 74) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 26).
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Marlene declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Rondônia em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 5 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e materiais de expediente (R$ 74).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.