Mauro Tapety

Foto de Mauro Expedito Reis de Freitas Tapety
Mauro Tapety
Mauro Expedito Reis de Freitas Tapety (nome civil)
7 eleições entre 1998 e 2026 · último partido MDB
65 anos em 2026 · Masculino · Superior incompleto
Diretor de Empresas
Candidato a Deputado Estadual · Piauí · Eleições 2026 · MDB · nº 15112
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Mauro Tapety (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Piauí em 2026, com 3.010 votos, pelo resultado oficial do TSE. Mauro Tapety (Mauro Expedito Reis de Freitas Tapety) disputou 7 eleições entre 1998 e 2026, para deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PI: 24.348 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PI, declarou R$ 242 mil em receitas: R$ 236 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil), serviços advocatícios (R$ 30 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 307 mil em 2014 (79% com cessão ou locação de veículos) e R$ 211 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

3.010 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Mauro Expedito Reis de Freitas Tapety em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 242 mil em receitas · R$ 124 mil em gastos contratados

Mauro Tapety declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2006, 2010, 2014 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 242 mil em receitas: R$ 236 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil); R$ 72 mil já foram pagos. Em 2014, 79% dos R$ 307 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2010, R$ 211 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 242 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 124 milcontratados, parcial; R$ 72 mil pagos
Gastos em 2014R$ 307 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 242 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 124 mil
pago até agora: R$ 72 mil (58%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil31,3%
  • Serviços advocatíciosR$ 30 mil24,3%
  • Serviços contábeisR$ 30 mil24,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 13 mil10,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 12 mil10,0%
2018Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 307 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 82% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 307 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 242 mil78,8%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil6,1%
  • Materiais impressosR$ 15 mil4,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil3,6%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil6,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 211 mil
51 doadores pessoas físicas
pessoas 82% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 211 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25 mil12,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil11,1%
  • PessoalR$ 22 mil10,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil3,8%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 132 mil62,7%
2006Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 121 mil
31 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 46% · empresas 29% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 121 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil16,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil3,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil3,0%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil2,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 90 mil74,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892