- Serviços de terceirosR$ 245 mil62,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 132 mil33,8%
- Materiais impressosR$ 13 mil3,3%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 107menos de 0,1%
Segundo o Radar do Voto, Ademar Dorfschmidt (PL) ficou como suplente de deputado federal pelo Paraná em 2026, com 18.533 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ademar Dorfschmidt (Ademar Lineu Dorfschmidt) disputou 10 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Toledo em 2020; vereador de Toledo em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por PR: 27.316 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PR, declarou R$ 261 mil em receitas: R$ 180 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 81 mil de doações privadas (25 doadores). Os gastos contratados somam R$ 390 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 245 mil), militância e mobilização de rua (R$ 132 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 469 mil em 2022 (56% com militância e mobilização de rua) e R$ 54 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ademar Lineu Dorfschmidt em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ademar Dorfschmidt declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Toledo (PR) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Paraná em 2010 e 2022, e deputado federal por Paraná em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 261 mil em receitas: R$ 180 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 81 mil de doações privadas (25 doadores). Os gastos contratados somam R$ 390 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 245 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 132 mil); R$ 105 mil já foram pagos. Em 2022, 56% dos R$ 469 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2018, 44% dos R$ 54 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.