Zé Menezes

Foto de Jose Ferreira de Menezes Filho
Zé Menezes
Jose Ferreira de Menezes Filho (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PSL
45 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Menezes (José Ferreira de Menezes Filho) disputou 7 eleições entre 1996 e 2012, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Marília em 2012, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 13.489 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Marília/SP, declarou R$ 138 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 98 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 88 mil em 2010 (41% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 43 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

2.192 votos em 2012 (eleito) · 7 eleições

A votação de Jose Ferreira de Menezes Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 138 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos contratados

Zé Menezes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, e vereador em Marília (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 138 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 98 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil). Em 2010, 41% dos R$ 88 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2006, R$ 43 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 138 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 65 milcontratados
Gastos em 2010R$ 88 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Marília (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 138 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 11% · empresas 71% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil26,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil23,1%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 14 mil21,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil10,5%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 596 lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil18,8%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 88 mil
27 doadores pessoas físicas
pessoas 47% · empresas 40% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 88 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 36 mil40,7%
  • Materiais impressosR$ 13 mil14,5%
  • AlimentaçãoR$ 10 mil11,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil5,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 24 mil27,7%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · empresas 81% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil17,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil15,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil13,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 5 mil12,2%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil41,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892