58 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor
redes informadas ao TSE
Aldori Flores Vieira disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Quevedos em 2012, 2008 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Quevedos/RS: 1.339 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Quevedos/RS, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 12 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 40). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 6 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
1.019 votos em 2020 · 5 eleições
A votação de Aldori Flores Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 33 mil em receitas · R$ 33 mil em gastos
Aldori Flores Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Quevedos (RS) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 12 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil). Em 2012, 53% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 60% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 33 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 33 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 9% · pessoas 22% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 4 mil60,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 81312,6%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 600,9%
Outras 1 categoriaR$ 2 mil26,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020NÃO ELEITO1.019LQuevedos, Rio Grande do Sul · 58 anos · Branca · Ensino fundamental incompleto · Agricultor · PP · nº 11 · ver resultado completo
Prefeito · 2004NÃO ELEITO1.004LQuevedos, Rio Grande do Sul · 42 anos · Ensino fundamental incompleto · Pecuarista · PP · nº 11 · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO1.200LQuevedos, Rio Grande do Sul · 34 anos · Ensino fundamental incompleto · Trabalhador Rural · PPB · nº 11 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.