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Foto de Ogilvan da Silva Oliveira

Nenen de Edite

Ogilvan da Silva Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2026 · último partido PSD
47 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Diretor de Empresas
Candidato a Deputado Estadual · Piauí · Eleições 2026 · PSD · nº 55678

Nenen de Edite (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Piauí em 2026, com 3.468 votos, segundo os dados do TSE. Nenen de Edite (Ogilvan da Silva Oliveira) disputou 5 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Jaicós em 2020 e 2016; vice-prefeito de Jaicós em 2012. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Jaicós/PI: 6.563 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PI, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil), serviços contábeis (R$ 30 mil) e serviços advocatícios (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 18/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 50 mil em 2020 (41% com publicidade por adesivos) e R$ 57 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

3.468 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Ogilvan da Silva Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 168 mil em receitas · R$ 130 mil em gastos contratados

Nenen de Edite declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Jaicós (PI) em 2008, prefeito em Jaicós (PI) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Piauí em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil); R$ 130 mil já foram pagos. Em 2020, 41% dos R$ 50 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, R$ 57 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 18/10/2026.

Receitas em 2026R$ 168 milparcial, até 18/10/2026
Gastos em 2026R$ 130 milcontratados, parcial; R$ 130 mil pagos
Gastos em 2020R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 168 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 90% · pessoas 2% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 130 mil
pago até agora: R$ 130 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 52 mil39,7%
  • Serviços contábeisR$ 30 mil23,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 25 mil19,2%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil15,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil2,7%
2020Prefeito, Jaicós (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 67 mil
11 doadores pessoas físicas
FEFC 60% · pessoas 28% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 50 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 20 mil40,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil17,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7 mil14,1%
  • Serviços advocatíciosR$ 6 mil12,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 8 mil15,8%
2016Prefeito, Jaicós (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 57 mil
21 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 35% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 49% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 57 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 13 mil23,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil17,7%
  • Materiais impressosR$ 10 mil17,1%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil15,9%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 15 mil25,9%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Jaicós (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 245
doações de pessoas
pessoas 82% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 245
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 4518,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 20081,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 18/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.