Wladimir Chaves de Brito

Foto de Wladimir Chaves de Brito
Wladimir Chaves de Brito
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PDT
48 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores
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Wladimir Brito (Wladimir Chaves de Brito) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Roteiro em 2016, 2012 e 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Roteiro/AL: 2.948 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Roteiro/AL, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 34 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 84 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 24 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e comícios (R$ 11 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 19 mil, 44% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

2.948 votos em 2016 (eleito) · 3 eleições

A votação de Wladimir Chaves de Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 84 mil em receitas · R$ 84 mil em gastos contratados

Wladimir Brito declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Roteiro (AL) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 34 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 84 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 24 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil). Em 2012, 44% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 84 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 84 milcontratados
Gastos em 2012R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Roteiro (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 84 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 40% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 84 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 24 mil28,9%
  • Materiais impressosR$ 24 mil28,1%
  • PessoalR$ 7 mil8,2%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil3,6%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil2,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil29,2%
2012Prefeito, Roteiro (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil43,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil26,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 5 mil29,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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